domingo, outubro 15, 2006

Lagrimas, Espadas e Sangue...


Eldon acabara de chegar na região de Fronteira Prateada, entrava na cidade de Lua Argêntea. Sua pack havia morrido há alguns dias antes numa batalha feroz contra o Dragão Avatar, um jovem dragão vermelho da Linhagem de Goldenhead a linhagem mais feroz e sanguinolenta de toda Faerûn. Os nobres aventureiros perderam a batalha o único que sobrou foram Eldon o ladino do grupo e Aldebaran o anão guerreiro. Chegando perto de um vilarejo, há uns 3 dias de viagem de Lua Argêntea, os amigos decidem se separar...buscar seus caminhos sozinhos. Aldebaran ruma para o leste e Eldon continua indo pra Lua Argêntea em busca de dinheiro fácil e alguns trabalho, ou até mesmo uma guilda para sossegar, pois a idade já começava a pesar para pequeno Halfling.

Quase chegando em seu destino começou a lembrar da aventura que tinha feito com sua pack, e estranhamente aqueles tinha feito Eldon lembrar do que ter amigos. E de que poderiam ser chamados de FAMILIA. Mas não por apenas viajarem juntos e terem interesses próximos, mas por se ajudarem, se respeitarem, cuidar uns dos outros, em simplesmente de fazerem brincadeiras uns com os outros à beira da fogueira depois de uma dungeon difícil. Ou simplesmente por dar o ombro pra chorar depois de um dia difícil. Era isso que Eldon iria sentir falta. As historias das suas aventuras pipocavam, fazendo ele se sentir bem e “morfinear” seu sentimento de perda de bons amigos, companheiros de aventura, de parte de sua pack, ou melhor, família.

Lembrou-se da vez em que salvou a vida do anão e de seu kobold de uma armadilha de espinhos, e também teve a vez em que o monge safou a pele do ladino(Eldon) de um bruta montes que foi roubado por Eldon. As lembranças eras muitas...mas agora ele tinha que se preocupar em se agasalhar pois começa a chover bem forte.

Quase chegando nos portões da cidade, suspirou bem fundo e decidiu começar uma vida nova , e jurou por Olidammara que tentaria mudar de vida e voltar às aventuras e não se apegar ao novo grupo, pois este jamais poderia substituir o outro, jamais.